Category Archives: Ilustrações

A Liberdade de Barrabás

Aconteceu depressa demais.
Num minuto Barrabás estava na cela da morte, com os pés batendo na parede, e no seguinte foi solto; piscando os olhos por causa do sol brilhante.

“Você está livre.” Barrabás coçou a barba.
“O quê?” “Você está livre. Eles ficaram com o Nazareno em seu lugar.”

Barrabás tem sido muitas vezes comparado com a humanidade e isso é certo.
De muitas maneiras ele nos representa: um prisioneiro libertado porque alguém que jamais vira tomou o seu lugar. Penso porém que Barrabás era provavelmente mais esperto que nós em um aspecto.

Quanto sabemos, ele aceitou sua repentina liberdade pelo que era, um presente não merecido. Alguém lhe atirou um salva-vidas e ele agarrou-o, sem perguntas. Não é possível imaginá-lo usando alguns de nossos truques. Nós recebemos nosso presente gratuito e tentamos ganhá-lo, diagnosticá-lo, ou pagar por ele, em vez de dizer simplesmente “obrigado” e aceitá-lo.

Por mais irônico que pareça, uma das coisas mais difíceis é ser salvo pela graça.

Há alguma coisa em nós que reage negativamente ao dom gracioso de Deus. Temos uma compulsão estranha que nos leva a criar leis, sistemas, regulamentos, para nos tornar “dignos” de nosso dom. Por que agimos assim? A única razão em que posso pensar é o orgulho.

Aceitar a graça significa aceitar a sua necessidade e a maioria das pessoas não gosta disso. Aceitar a graça também significa que o indivíduo compreende o seu desespero e quase ninguém aprecia isso também. Barrabás, porém, foi mais sabido. Perdido para sempre na cela da morte, ele não recuou ao ver-se libertado. Ele talvez não compreendesse a misericórdia e certamente não a merecia, mas não a recusou.

Devemos procurar entender que nossa dificuldade não é muito diferente da de Barrabás. Nós também somos prisioneiros sem possibilidade de apelação. Mas porque alguns preferem continuar presos quando a porta da cela foi aberta é um mistério que vale a pena ser estudado.

Max Lucado em “Seu Nome É Salvador”, Copyright 1987 Editora Vida Cristã

A Ciência & A Bíblia

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências . O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no evangelho de Marcos.

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

Respondeu o jovem:
– Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo? Disse o senhor.
E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se
pior que uma ameba.

No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.
“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima”.
Fato verídico ocorrido em 1892, integrante da biografia de Louis Pasteur.

Ilustração | COISA DE LOUCO.

Um homem visitava um hospício. O enfermeiro mostrava-lhe pacientemente os vários setores daquela casa. Intrigado com a flagrante desproporção entre o número de funcionários e o de enfermos ali internados, o visitante perguntou:

– Vocês não têm medo de que os internos se unam e agridam vocês? Afinal, eles são em número muito maior!

O enfermeiro respondeu:

– Oh! Não, ninguém precisa ficar com medo. OS LOUCOS NUNCA SE UNEM.

“Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” Salmo 133.1

A CAMISA DA ALEGRIA


Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.

Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.

Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.

Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.

Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.

Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.

Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.

Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.

Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.

“O reino de Deus não consiste
no comer e no beber,
mas na justiça, na paz,
e na alegria no Espírito Santo.”
Romanos 14.17

Ilustração | Como tentar os homens

Há uma fábula que fala sobre três demônios aprendizes vindo à terra para terminar sua aprendizagem. Eles falavam com Satanás, maioral dos demônios, sobre seus planos para tentar e arruinar os homens.

O primeiro falou, “Eu lhes direi que não há um Deus”. Satanás disse, “Isso não vai enganar muitos, pois eles sabem que há um Deus”.

O segundo disse, “Eu lhes direi que não há um inferno”. Satanás respondeu, “Você não enganará ninguém dessa forma; homens já sabem que há um inferno para pecado”.

O terceiro disse, “Eu direi aos homens que não tem pressa”. “Vá”, disse Satanás, “e você os arruinará pelos milhares”. A mais perigosa de todas as ilusões é a de que há tempo de sobra. O dia mais perigoso na vida de um homem é quando ele aprende a palavra ‘amanhã’. Há coisas que não podemos adiar, pois nenhum homem sabe se, para ele, o amanhã virá.

William Barclay – The Gospel of Matthew

Leia Tiago 4.13-17

A INGRATIDÃO


Conta-se uma história de um vendedor, num quiosque de rua, que vendia laranja a 50 centavos cada uma. Um atleta que passava por ali a correr, lançou 2 moedas de 25 centavos no balde, mas não levou nenhum laranja. Ele fez a mesma coisa, diariamente, durante meses.

Um dia, quando o atleta passava, o vendedor fê-lo parar. O corredor perguntou: “Provavelmente quer saber porque deixo o dinheiro, mas nunca levo uma laranja, certo?” “Não,” disse o vendedor. “Quero apenas dizer-lhe que as laranjas subiram para 60 centavos cada.”

Muitas vezes, como crentes, tratamos Deus com esta mesma atitude. Não apenas somos ingratos para com o que Ele nos dá – mas queremos mais. De alguma maneira sentimos que Deus nos deve boa saúde, uma vida confortável e bênçãos materiais.

Claro que, Deus não nos deve nada, contudo Ele dá-nos tudo. 

A liberdade da corda do violão

Por Robert W. Youngs

Eu tenho na minha mesa uma corda de violão … ela está livre.
Eu torço uma extremidade e ela se mexe. Ela está livre.
Mas, ela não está livre para fazer o que uma corda de violão deveria fazer – produzir música.
Então eu a tomo, coloco no meu violão, e a aperto até que fique esticada. Só então é que ela está livre para ser uma corda de violão.

Da mesma forma, somos livres quando nossas vidas estão sem compromisso, mas, não para ser o que fomos destinados a sermos. A verdadeira liberdade não é liberdade de algo, mas liberdade para ser algo.

Ilustrações | SEPULCRO CAIADO


Um casal entra numa lanchonete e pede dois sanduíches para viagem. Mais tarde, ao parar para comer, percebe que o dono da lanchonete havia feito uma confusão, pois, ao invés de lhe entregar sanduíches, havia lhe entregado um pacote com toda a arrecadação do dia.

Retorna ao estabelecimento e devolve o dinheiro ao gerente, que a esta hora já estava quase desesperado: – Muito obrigado, meus amigos. Hoje em dia, são poucas as pessoas honestas como vocês. Muito obrigado. Tenho um amigo que é repórter. Vou ligar para ele agora mesmo e pedir que venha aqui entrevistá-los e fazer uma reportagem sobre vocês.

O casal disse que não era preciso, que estavam com pressa e coisa e tal, mas, o dono da lanchonete cada vez mais se convencia que todos precisavam saber que ainda há gente honesta neste mundo.

Foi nesse momento que o freguês, muito sem graça, chama o gerente à parte e lhe pede para esquecer este negócio de repórteres, pois a mulher que estava em sua companhia não era a sua esposa, e, sim, a sua amante, e isso o colocaria numa situação muito desconsertante perante a família.

“Ai de vós, hipócritas!
porque sois semelhantes aos sepulcros caiados,
que por fora realmente parecem formosos,
mas por dentro estão cheios
de ossos e de toda imundícia.”
Mateus 23.27

Ilustração | O Filho

O FILHO

Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pelas artes. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte que tinham em sua coleção.

Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra. Ele era muito valente e corajoso, mas, morreu em batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.

Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta…  Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao homem:

” – O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida, ele salvou muitas vidas nesse dia e estava me levando a um lugar seguro, quando uma bala tirou sua vida”.

Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes. O rapaz estendeu os braços para entregar a tela: 
” – Eu sei que não é muito, e eu não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto”.

O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado. Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura.

O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas.

Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para pagar-lhe pela pintura. 
” – Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente”.

O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.

Algum tempo depois o homem morreu, e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte.

Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.

Em exposição estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão: 
” – Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”. Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferecem por este quadro?”

Um grande silêncio…. Então, do fundo da sala, alguém diz:
“Queremos ver a coleção… deixe este pra outra hora”.

O leiloeiro insistiu… “Alguém oferece algo por essa pintura? 200…? 100…?”

Mais uma vez, a voz: “Não viemos por esta pintura, mas, sim, pelas obras de arte… Vamos logo ao leilão de verdade”.

Mesmo assim o leiloeiro continuou… “Quem leva ´O FILHO?´”

Finalmente, uma voz: ” – Eu dou 10 pelo quadro”.
Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.

” – Temos 10! Quem dá 20?” gritou o leiloeiro.
As pessoas já estavam irritadas; não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para suas coleções.

Então o leiloeiro bateu o martelo,
“… dou-lhe uma, dou-lhe duas… vendido por 10!!!”

” – Ufa… até que enfim, desabafou um.
– Agora vamos à coleção!”, gritou um.

O leiloeiro soltou seu martelo e disse:
” – O leilão acabou!”.

” – Que brincadeira é esta?” perguntaram os interessados, indignados.

” – Eu sinto muito”, disse o leiloeiro, “quando me chamaram para fazer este leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento. Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as demais pinturas e, também, herdaria todas as suas posses. O homem que comprou O FILHO fica com tudo!”
Reflexão: Deus entregou seu único e amado filho, para morrer por  nós numa cruz há 2000 anos atrás.
Assim, como o leiloeiro, a mensagem hoje é:

“Estava ele no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome,
deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.”

Ilustração | “A Maravilhosa Graça de Deus”

Alguns anos atrás, numa igreja na Inglaterra, o pastor notou um ex-assaltante se ajoelhando para receber a ceia do Senhor ao lado de um juiz da Suprema Corte da Inglaterra. O juiz era o mesmo que, anos antes, havia condenado o assaltante a sete anos na prisão.

Após o culto, enquanto o juiz e o pastor caminhavam juntos, o juiz perguntou, “Você viu quem estava ajoelhado ao meu lado durante a ceia?”

“Sim”, respondeu o pastor, “mas eu não sabia que você havia notado”.

Os dois homens caminharam em silêncio por alguns momentos. Daí o juiz disse, “Que milagre da graça!”

O pastor concordou. “Sim, que milagre maravilhoso da graça”.

Daí o juiz perguntou, “Mas você se refere a quem?”

O pastor respondeu “É claro, à conversão do assaltante.”

O juiz falou “Mas eu não estava pensando nele. Estava pensando em mim mesmo.”

“Como assim?” indagou o pastor.

O juiz respondeu, “O assaltante sabia o quanto ele precisava de Cristo para salvá-lo dos seus pecados. Mas, olhe para mim. Eu fui ensinado desde a infância a ser um cavalheiro, a cumprir a minha palavra, fazer minha orações, ir à igreja. Eu passei por Oxford, recebi meu diploma, fui advogado e eventualmente tornei-me juiz. Pastor, nada, a não ser a graça de Deus, podia ter me levado a admitir que eu era um pecador igual àquele assaltante. Levou muito mais graça para me perdoar por meu orgulho, minha confiança em mim mesmo, para me levar a reconhecer que não sou melhor aos olhos de Deus do que aquele assaltante que eu mandei à prisão.”

E que maravilha a graça é. Boas pessoas só não entram no céu porque seu orgulho as impede de chegar ao Salvador.

– Steven J. Cole, Not the healthy but the sick WORLD (March 1, 1997).

Ilustração | Tudo depende de uma decisão

O SÁBIO E O PASSARINHO

Ao encontrar caido no chão um pequeno e frágil filhote de passarinho, um dos discípulos de um grande sábio concebeu um jeito de, afinal, provar ser mais esperto que seu mestre.

“Vou levar o passarinho até o sábio e lhe perguntar se ele está vivo ou morto, pensou ele consigo mesmo, se ele responder que o passarinho está morto, eu abro as mãos e o deixo se mexer. Se ele responder que está vivo, eu aperto um pouco as mãos e o mato. De um jeito ou de outro, ele não acertará a resposta”.

Após ensair mentalmente suas palavras, aproximou-se do mestre e lhe perguntou: Bom mestre, o que tenho em minhas mãos?

O mestre olhou para suas mãos e, vendo algumas penas por entre seus dedos, respondeu-lhe: Um filhote de passarinho.

Muito bem mestre… mas este filhote está vivo ou está morto?

E o mestre, de pronto, lhe respondeu: Isso só depende de você!

Autor desconhecido

O SÁBIO E O PASSARINHO

Ao encontrar caido no chão um pequeno e frágil filhote de passarinho, um dos discípulos de um grande sábio concebeu um jeito de, afinal, provar ser mais esperto que seu mestre.

“Vou levar o passarinho até o sábio e lhe perguntar se ele está vivo ou morto, pensou ele consigo mesmo, se ele responder que o passarinho está morto, eu abro as mãos e o deixo se mexer. Se ele responder que está vivo, eu aperto um pouco as mãos e o mato. De um jeito ou de outro, ele não acertará a resposta”.

Após ensair mentalmente suas palavras, aproximou-se do mestre e lhe perguntou: Bom mestre, o que tenho em minhas mãos?

O mestre olhou para suas mãos e, vendo algumas penas por entre seus dedos, respondeu-lhe: Um filhote de passarinho.

Muito bem mestre… mas este filhote está vivo ou está morto?

E o mestre, de pronto, lhe respondeu: Isso só depende de você!


Autor desconhecirdo

Ilustrações | Cavalo Morto

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CAVALO MORTO

Um certo homem manifestou interesse em dedicar sua vida a Jesus, mas, ao entrar na igreja ficou escandalizado, pois a pessoa que estava no púlpito discursando com tanta eloqüência ele conhecia muito bem: era um caloteiro e péssimo vizinho.

Ficou muitos dias num dilema, pois, queria ser cristão, mas, seu ânimo esfriava sempre que se lembrava daquele homem.

Então, uma noite ele sonhou que viajava num deserto e tinha  muita sede. Cada vez que ele via um poço de água, abaixava-se para beber, mas, só comia areia, pois, eram miragens.

Esta cena repetiu-se várias vezes, até que ele se viu num oásis, onde corria um córrego de águas cristalinas, mas não teve coragem de se abaixar novamente, pois, não queria mais encher a boca de areia.

Nisto um anjo apareceu e lhe disse: – Beba, esta água é verdadeira.

A princípio ele ficou desconfiado, mas, depois criou ânimo, abaixou-se e bebeu até saciar a sua sede. E a água era boa. Mas, ao erguer os olhos reparou que próximo ao córrego havia um cavalo morto e ele ficou muito preocupado, com medo que tivesse tomado água contaminada. Mas, o anjo o confortou:

– Não fique preocupado! Esta água é a Palavra de Deus, as impurezas que você anda vendo por aí não têm o poder de invalidá-la. Beba sem medo!

Logo que acordou, abriu seu coração e recebeu a Cristo como único Senhor e Salvador de sua alma.

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